Platevio Comece grátis

Gratuito. Sem cartão, sem plano.

Um monitor KDS que roda em um tablet que você já tem

O Platevio coloca cada comanda aberta em um quadro só — o prato, os adicionais, a observação, há quanto tempo foi pedido e em que estágio chegou. Abra em um tablet na passagem e cada comanda nova chega nele sem ninguém encostar na tela — sem impressora de comanda, sem um segundo aplicativo, e sem mensalidade por tela.

Não precisa de cartão. Nada para instalar.

O cardápio do Platevio em um tablet de balcão, a tela a partir da qual um pedido é montado antes de chegar ao quadro da cozinha
Um pedido sendo anotado no celular: cada prato com os seus adicionais e a sua observação, pronto para enviar

O que é um monitor KDS

Um monitor KDS — de *kitchen display system*, e monitor de preparos quando o fornecedor prefere o nome em português — é uma tela na cozinha que carrega os pedidos que o salão anotou, no lugar de um varal de comandas impressas. O mercado chama a tela em si de monitor de cozinha e o arranjo inteiro de sistema KDS; são a mesma ideia com quatro nomes. O pedido é lançado uma vez, no salão, e a cozinha lê em um monitor em vez de ler em um papel. Nada disso é exótico hoje: tela de cozinha virou equipamento padrão em fast food e é comum em todo o resto. O que ainda varia muito é quanto custa, quantas telas o fornecedor supõe que você quer, e quanto disso é um produto separado que estão te vendendo em cima do caixa.

  • O quadro

    Uma tela segurando cada comanda que ainda está aberta. O cozinheiro lê de cima a baixo como lia o varal — o que está no fogo, o que espera, e há quanto tempo espera.

  • A comanda

    Uma conta, com os seus pratos, as alterações que o cliente pediu, qualquer observação grudada em um prato, e onde ela está sentada. O que o salão lançou é o que a cozinha lê; ninguém redigita e ninguém decifra.

  • Os estágios

    Um prato é pedido, depois está sendo feito, depois pronto, depois saiu. Um KDS é, sobretudo, um jeito de marcar essas passagens para que os dois lados da porta da cozinha concordem sobre quais pratos ainda vêm.

  • O PDV atrás dele

    Um KDS mostra o que outra coisa capturou. Sozinho ele é uma tela vazia — que é por que quase sempre é vendido como adicional de um ponto de venda, cobrado por tela e por mês.

Uma tela no lugar da comanda impressa

O argumento a favor da tela de cozinha é antigo e quase todo correto. Uma comanda impressa é um objeto físico, e todas as falhas dela são falhas de objeto físico: enrosca, enrola, some embaixo de uma tábua, sai com o adicional na linha errada, e não dá para corrigir depois de impressa. Uma tela não tem nenhuma dessas falhas e traz uma própria — precisa de energia e de rede durante o serviço inteiro, e uma cozinha sem as duas está melhor no papel. Aqui está a versão honesta dessa troca para o Platevio em específico.

  • Não enrosca, não enrola, não acaba

    Sem bobina para trocar no meio do serviço, sem impressora para alcançar por trás, e sem comanda que nunca saiu porque um cabo afrouxou no pico.

  • A alteração continua grudada no prato

    Sem leite, sem cebola, alergia, molho à parte — cada uma é dado naquele prato, e não uma linha espremida embaixo dele em corpo 8. Chega à passagem grudada na coisa sobre a qual fala.

  • Um erro pode ser desfeito

    Um prato marcado como pronto cedo demais desce um degrau, e um prato cancelado por toque errado volta. O papel não tem como desfazer nada: depois de destacado, a correção é um grito.

  • O que uma tela aqui não substitui

    O Platevio não imprime absolutamente nada — nem comanda de cozinha, nem cupom para o cliente. A impressão térmica está sendo construída e ainda não dá para usar, então esta não é uma tela ao lado de uma impressora como reserva. Se a sua cozinha realmente precisa de papel hoje, este é o software errado e o honesto é dizer isso.

Um pedido atravessando a passagem

Uma sexta às sete e quatro, uma mesa de três, do momento em que o pedido é anotado ao momento em que a comanda sai do quadro.

  1. 19:04

    O salão anota

    Três pratos na mesa 6, um deles sem cebola e com uma observação sobre a alergia, tudo lançado em um celular na mesa e enviado de uma vez.

  2. 19:05

    A passagem lê o quadro

    A comanda chega ao quadro sem ninguém na cozinha ter encostado em nada: um cartão trazendo a mesa, o número curto, há quanto tempo ela abriu, e cada prato em pedido — com a alteração e a observação nos pratos a que pertencem.

  3. 19:12

    A passagem move, prato a prato

    A entrada vai para pronto sozinha enquanto os dois pratos principais ainda estão sendo feitos, então quem corre enxerga o que levar sem perguntar por cima da passagem.

  4. 19:21

    A comanda sai do quadro

    O último prato sai, a comanda é quitada, e mais um toque esconde ela. O quadro segura só comandas abertas, então o que sobra na tela é o que ainda se deve a alguém.

O que o quadro do Platevio faz

Seis coisas, e todas elas estão na tela hoje, e não em um plano futuro.

  • Cada comanda aberta em um quadro, assim que o salão envia

    As comandas ocupam a tela como cartões — tipo de pedido, mesa, número curto, há quanto tempo a comanda abriu, o total, e cada linha dela. Uma comanda nova chega sem ninguém encostar na tela, e um prato que outro aparelho acabou de marcar também. Uma comanda quitada e escondida vai embora; o quadro segura o que está aberto e mais nada.

  • Adicionais e observações chegam à passagem

    O que o cliente pediu é capturado no prato individual — os adicionais escolhidos nele, e uma observação em texto livre para o que for esquisito demais para virar opção. Os dois continuam grudados naquele prato quando a cozinha lê.

  • Cada prato com o seu próprio status

    Pedido, sendo feito, pronto, servido — por prato, e não por comanda. Três dos quatro de uma mesa podem ter saído enquanto o quarto ainda está na panela, e o quadro diz isso de relance, e não por conta de cabeça.

  • A escada anda nos dois sentidos

    Um prato marcado como pronto que não está pronto desce de volta. Um prato cancelado por engano volta para a escada. Cozinha se corrige o tempo todo, e um software que só anda para frente transforma cada correção em conversa.

  • Um toque move a comanda inteira

    A barra no pé de cada cartão move cada linha atrasada, um degrau por vez, e nunca pula degrau — uma comanda com um prato ainda na panela diz "Marcar pronto" e leva um segundo toque para terminar. O toque aparece na tela antes de o servidor responder, então limpar uma passagem não são seis esperas.

  • A cozinha ganha o próprio login

    Convide um cozinheiro por e-mail e ele entra como ele mesmo, no aparelho dele, com o cargo de cozinheiro. Sem senha compartilhada colada na parede, e sem PIN que todo mundo sabe.

Um quadro só, e nenhuma tela própria para cada estação

Isto é o que pesar antes de qualquer outra coisa desta página. O Platevio tem um quadro só e ele segura cada comanda aberta do salão. Nada manda os itens da chapa para uma tela de chapa, os da fritadeira para outra e as bebidas para o bar, e não há visão de expedição remontando uma comanda a partir dos pedaços. Todo concorrente desta categoria vende exatamente isso, e para uma cozinha montada como três filas isso não é um refinamento — é o motivo de a tela existir. O que o Platevio serve é uma cozinha em que uma passagem lê tudo: um balcão, um truck, uma linha só, um salão pequeno. Um cozinheiro ali trabalha descendo um quadro como descia um varal, e o roteamento que ele pagaria em outro lugar é um problema que ele não tem. Se a sua cozinha realmente roda com filas separadas por estação, compre um sistema construído em volta disso. Não há data em que isso mude.

Onde isto deixa de ser um KDS

A categoria tem uma lista de recursos padrão, e o Platevio quase não tem nenhum deles. Estas são as coisas pelas quais uma tela de cozinha costuma ser vendida e que esta não faz. Nenhuma delas tem data prometida, então pese-as como estão.

  • Sem roteamento por estação

    Um quadro só, segurando cada comanda aberta. Nada manda os itens da chapa para uma tela de chapa e as bebidas para o bar, e não há visão de expedição montando uma comanda a partir de várias estações.

  • Sem bump bar

    O quadro é tocado. Não há teclado ao lado da tela, e não há suporte aos que são vendidos como equipamento de KDS.

  • Sem cronômetro de comanda

    Um cartão diz há quanto tempo a comanda abriu. Ele não conta regressivamente contra uma meta, não muda de cor quando uma comanda passa do tempo, e não há relógio no prato individual.

  • Sem contagem consolidada do dia

    Nada soma entre comandas, então o quadro não vai avisar um cozinheiro de que catorze do mesmo prato estão em aberto.

  • Comanda mais nova em cima

    O quadro ordena por quando a comanda abriu, a mais nova no topo. Não há modo mais antiga primeiro, que é a ordem em que a maioria das cozinhas realmente quer trabalhar.

  • Sem resgate

    Esconder uma comanda encerrada tira ela do quadro de vez. Não há uma visão de comandas fechadas de onde puxar uma de volta quando o cliente volta à passagem.

  • Sem comanda impressa, nem como reserva

    A impressão térmica ainda está sendo construída. Hoje não há suporte a impressora em lugar nenhum do Platevio, então a tela não é um caminho mais rápido até o papel — ela é no lugar dele.

  • Só pedido lançado pela equipe

    Tudo que está no quadro foi digitado por alguém que trabalha ali. Não há página de pedido para o cliente, não há totem e não há ligação com marketplace de entrega, então nada chega a este quadro vindo de fora do salão.

Quanto costuma custar uma tela de cozinha

Lá fora um KDS é cobrado por tela e por mês, em cima do que o ponto de venda já custa — e é esse detalhe que decide se uma segunda tela algum dia é comprada. No Brasil quase ninguém publica esse número: o KDS ou vem no plano, ou é um módulo com faixa de preço, ou é um "solicite uma demonstração". Depois vem o monitor em si, e aí a faixa se abre: um tablet reaproveitado numa ponta, um equipamento industrial fechado na outra, e no meio um aparelho de fornecedor que não vale nada no dia em que você troca de PDV. Aqui está o preço corrente ao lado do nosso.

  KDS comum Platevio
Software de KDS, por mês R$ 100 – 300 como módulo, ou já no plano R$ 0
Uma segunda tela Quase nenhum fornecedor publica esse preço R$ 0
O monitor em si R$ 600 – 2.500 Um tablet, celular ou notebook que você já tem
Bump bar Acréscimo, sem preço publicado aqui Nenhum — o quadro é tocado
O ponto de venda embaixo dele Uma mensalidade, em geral por caixa R$ 0 — sem taxa por caixa

Os preços correntes são preços publicados por fornecedores brasileiros, lidos em setembro de 2026, e o achado é o que falta neles. A Goomer coloca um KDS entre R$ 100 e R$ 300 por mês como módulo; a Consumer embute o Monitor de Preparos dela em uma assinatura de R$ 44,90 por PC e não publica preço de tela; e Saipos, BeeFood, GrandChef, Nox, KCMS, ControleNaMão, PIGmobi e Olitécnica anunciam um KDS sem publicar preço nenhum. Ou seja: aqui o KDS quase nunca é cobrado por tela, e o preço da segunda tela é justamente o número que ninguém escreve. O monitor sai por R$ 600 a R$ 2.500, e monitor de fornecedor não se revende quando você troca de ponto de venda. Para bump bar nenhum fornecedor brasileiro publica preço, e por isso a linha acima não cita número. O Platevio não cobra nada pelo software, não tira percentual das suas vendas e não cobra o quadro por tela — abra em quantos aparelhos você tiver.

Como escolher um monitor KDS

Quase todas estas perguntas são sobre a conta, e não sobre a tela, porque a tela faz boa demonstração em todo lugar e a conta não. Leve a lista a quem você estiver comparando, e peça que respondam sobre a segunda tela, e não sobre a primeira. O melhor monitor KDS para restaurante é aquele em que os seus cozinheiros de fato vão encostar no meio do serviço, e o mais barato desses para colocar na tela seguinte.

  • A tela está incluída, ou é cobrada por tela por mês em cima do ponto de venda?
  • O monitor se revende se você trocar de ponto de venda, ou é equipamento próprio do fornecedor?
  • O quadro se atualiza sem ninguém encostar nele, e o que ele faz com as comandas que perdeu enquanto a rede estava fora?
  • Ele consegue rotear itens para estações separadas, e a sua cozinha funciona mesmo assim?
  • O que acontece com a cozinha quando a internet cai no meio do serviço?
  • Um cozinheiro que começou hoje de manhã consegue ler a comanda mais cheia sem ajuda?

Perguntas sobre monitor KDS

O que é um monitor KDS?
Um monitor KDS é uma tela na cozinha que mostra os pedidos que o salão anotou, no lugar de comandas impressas. Ele guarda cada comanda, os pratos dela, as alterações que o cliente pediu e o estágio a que cada prato chegou, para que o salão e a cozinha concordem sobre o que ainda vem. Ele mostra o que um ponto de venda capturou, que é por que quase sempre é vendido como adicional de um.
O Platevio tem monitor KDS?
Tem um quadro, e o quadro é o que uma cozinha ficaria olhando: cada comanda aberta como um cartão, cada prato carregando os seus adicionais, a sua observação e o seu próprio status, com um toque movendo a comanda inteira. O que ele não tem é o resto da categoria — sem roteamento por estação, sem bump bar, sem cronômetro de comanda, sem contagem do dia e sem resgate. Se é isso que você chama de KDS, o Platevio ainda não é um.
O monitor de cozinha do Platevio é gratuito?
É. O Platevio é gratuito e o quadro não é um produto à parte: não há cobrança por tela, não há licença por aparelho, não há plano em que você precise estar para enxergar, e não há teste que expira. Abra em quantos tablets, celulares ou notebooks a sua cozinha tiver. Estamos construindo junto com os salões que usam, e quando cobrarmos será pelo software, e não por tela.
Existe sistema para restaurante com KDS incluído?
O Platevio é um. O quadro não é um segundo produto cobrado ao lado do caixa — são os mesmos pedidos, abertos na tela que a cozinha tiver, então não há um sistema de cozinha separado para licenciar e nada cobrado por tela. A outra metade dessa resposta é o limite: como o quadro é o próprio ponto de venda, ele não pode ser colocado na frente do de outra pessoa. Se você vai ficar com o seu caixa atual e está procurando uma tela para pôr atrás dele, não é isto.
De que equipamento eu preciso para um monitor de cozinha?
Um tablet, celular ou notebook com navegador atual, um jeito de apoiar ele longe do respingo, e conexão. Essa é a lista inteira. Nada precisa ser comprado de nós, nada pareia, e nada é instalado — o quadro é uma página no mesmo navegador em que o pedido foi anotado.
A tela da cozinha se atualiza sozinha?
Sim. Uma comanda que o salão envia chega ao quadro sem ninguém encostar na tela, e o mesmo vale para um prato que outro aparelho marca ou uma comanda que é quitada e sai. Um tablet apoiado na passagem acompanha sozinho. Duas ressalvas honestas. Ele precisa da conexão, e um aparelho que ficou fora do ar durante uma mudança não fica sabendo dela por mais ninguém — então, quando a conexão volta, o Platevio relê o quadro em vez de confiar no que estava segurando. E a tela em que um garçom está montando um pedido é deixada quieta de propósito embaixo do dedo dele, o que é uma preocupação de salão e não de cozinha.
Dá para mandar itens para estações diferentes da cozinha?
Não. Existe um quadro só e ele segura cada comanda aberta, então uma tela de chapa, uma de fritadeira e uma de bar mostrando só os itens delas é algo que o Platevio não faz. Uma cozinha que roda de verdade com filas separadas por estação deve comprar um sistema construído em volta disso.
Ainda vou precisar de impressora na cozinha?
Se a sua cozinha precisa de papel, o Platevio não consegue te dar isso hoje — a impressão térmica está sendo construída e ainda não há suporte a impressora no produto. O quadro é no lugar do varal de comandas, e não ao lado dele. Uma cozinha que quer os dois deve esperar a impressão chegar ou escolher outra coisa agora.
Quanto custa um monitor KDS?
Aqui, cerca de R$ 100 a R$ 300 por mês pelo módulo quando o fornecedor publica um preço, mais R$ 600 a R$ 2.500 por monitor, mais um bump bar se você quiser um, tudo em cima da mensalidade do ponto de venda embaixo — e a maioria dos fornecedores brasileiros nem publica o que a segunda tela custa. O Platevio não cobra nada pelo quadro e nada por tela, e ele roda em equipamento que você já tem.

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