Gratuito. Sem cartão, sem plano.
Um sistema para lanchonete de um balcão só
Monte o pedido em poucos toques, envie com cada alteração ainda grudada, e acompanhe por um número curto que o balcão consegue chamar. Este é um PDV para lanchonete que roda no navegador dos celulares e tablets que a sua equipe já carrega — sem caixa para licenciar e sem adquirente para assinar.
Não precisa de cartão. Nada para instalar.
O que um sistema de lanchonete precisa fazer e um de serviço completo não
Um sistema de serviço completo é organizado em torno de uma conta que vive o tempo que o grupo vive: a mesa senta, a conta abre, os pratos saem ao longo de uma hora, e no fim ela é dividida. Um balcão não tem nada disso. O pedido termina antes de o cliente terminar de falar, é pago na hora, e a única coisa que dura é a espera entre o caixa e a passagem — noventa segundos em que o cliente não tem nada para fazer além de olhar. Então o software é julgado por outras coisas. Não por quão bem divide uma conta, mas por quantos toques leva o quinto pedido mais comum, se a alteração sobrevive ao caminho da tela até a fritadeira, e se alguém consegue responder "o trinta e oito saiu?" sem gritar. A ponta corporativa desta categoria responde isso com totem, cronômetro de drive-thru, integração com aplicativo de entrega e um console de cardápio para duzentas lojas. Uma lanchonete independente, um quiosque de praça de alimentação ou uma hamburgueria de um caixa só precisa de um núcleo bem menor que isso, e precisa que ele custe de acordo.
Velocidade não é toque economizado. É ninguém precisar perguntar.
O pico não fica mais lento porque o cardápio tem uma tela a mais. Fica lento quando o caixa precisa perguntar se a cozinha viu, quando a passagem precisa descobrir qual dos três hambúrgueres é o sem picles, e quando quem entrega a comida chama um número que aparece sem a batata. Cada um desses é a mesma falha: duas pessoas segurando duas versões de um pedido. O Platevio segura uma — os itens, os adicionais e a observação em cada unidade, o número curto que o balcão lê em voz alta, e o estado ao vivo de cada unidade — em um servidor de onde todos os aparelhos leem, então o que o caixa enviou é o que a passagem enxerga, e a resposta de "já começou" e "já saiu" está numa tela em vez de estar na cabeça de alguém.
O que o Platevio dá a um balcão de lanchonete
Seis coisas, todas sobre os noventa segundos entre o caixa e a passagem.
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Um cardápio feito para o mesmo pedido quarenta vezes
As suas categorias, na ordem em que você vende, cada item com o seu preço e uma linha de descrição para quem começou esta semana. O que gira muito fica onde o polegar chega primeiro, e um preço mudado no tablet do balcão chega a todos os outros aparelhos sem ninguém recarregar.
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Um número curto em cada pedido
Cada pedido ganha um número curto e humano — o contador roda por restaurante, então ele continua curto em vez de virar um identificador de banco de dados — e ele é desenhado no pedido em todo lugar em que o pedido aparece. É o que o caixa escreve no copo e o que a passagem chama.
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A alteração chega grudada à passagem
"Sem picles." "Molho à parte." Um adicional com preço e uma observação em texto livre ficam os dois na única unidade sobre a qual falam, então a mudança feita no caixa está naquela unidade quando a cozinha lê, e não numa comanda que diz três hambúrgueres e deixa o resto para a memória.
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Uma visão ao vivo da cozinha, em um aparelho que você já tem
Abra os mesmos pedidos numa tela na passagem e cada unidade anda por pedido, preparando, pronto e servido conforme o trabalho acontece. Duas unidades do mesmo item andam separadas, então uma pode ficar pronta enquanto a outra ainda está no fogo. Todos os aparelhos leem o mesmo serviço do servidor, e cada mudança chega aos outros sem ninguém tocar neles.
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A escada desce de volta
Marcou alguma coisa como pronta cedo demais, dá para voltar para preparando; uma unidade cancelada por engano volta para a escada. Ninguém precisa cancelar o pedido e digitar tudo de novo para corrigir uma linha. A única coisa que não dá é devolver uma unidade para pedido — ali é onde a cozinha recebe, não um lugar para onde alguém move.
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Um login para cada um, e um cargo que combina com a função
Donos, gerentes, caixas, cozinheiros e garçons têm cada um o seu acesso, em vez de uma senha de caixa colada embaixo do balcão. Troque o cargo de alguém ou tire-o quando a função mudar, sem mudar para todo mundo.
Um pedido de balcão, do caixa à passagem
Uma quinta-feira à uma e dez, com seis pessoas na fila e vocês dois trabalhando.
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13:10
O pedido entra no caixa
Dois hambúrgueres, um deles sem picles, batata e uma bebida. Cinco toques, um adicional numa unidade e uma observação nela, e sai como pedido 38.
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13:11
A passagem pega
O mesmo serviço, na tela ao lado da fritadeira assim que o caixa envia, e não guardado como uma cópia própria. Cada unidade chega com os seus adicionais e a sua observação, então ninguém pergunta qual hambúrguer é o simples.
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13:13
A batata fica pronta antes dos hambúrgueres
Cada unidade vai para pronto sozinha, então o balcão enxerga que o 38 ainda não está completo e não chama um minuto cedo demais com metade faltando.
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13:14
“Trinta e oito!”
O número está no pedido onde quer que ele seja desenhado, então quem está na passagem chama sem precisar descobrir de quem é o quê.
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13:15
É quitado e sai do quadro
O cartão passa na maquininha que você já tem; o Platevio registra que o pedido foi quitado e por qual método. Depois o pedido encerrado é escondido na mão, e o quadro volta a ser as cinco pessoas que ainda esperam.
Receber antes de produzir: a resposta honesta
Um balcão de lanchonete costuma receber o dinheiro antes de a cozinha começar, e o Platevio não funciona assim. Ele registra o que foi quitado e como, depois que o pedido foi enviado — o pagamento é uma marca no que foi servido, e não uma trava na frente da cozinha. Não existe etapa de cartão integrada que precise dar certo antes de o pedido disparar, porque o Platevio nunca toca no cartão: você passa na sua própria maquininha e registra a quitação aqui. Na prática um balcão pequeno absorve isso bem — o cliente paga no caixa enquanto o pedido já está sendo feito, que é o que acontece de qualquer jeito. O que ele não aguenta é um modelo de serviço em que a cozinha não pode ver o pedido até o pagamento cair, ou em que o pedido chega de um totem ou de uma página de pedido com o dinheiro já recebido. O Platevio não tem nenhum desses dois canais hoje. Se pagar-antes-de-produzir é como o seu balcão precisa funcionar, compre um sistema que faça isso agora, e não um que talvez faça.
Onde o Platevio serve, e onde ele acaba
Ele serve a uma lanchonete independente, um balcão de comida, uma hamburgueria ou um quiosque de praça de alimentação que anota pedidos com a equipe, quer uma visão ao vivo do que está sendo feito, pode manter o seu próprio recebimento e tem uma conexão em que confia. Não é uma plataforma corporativa de fast food, e estas são as coisas que ele não faz hoje. Nenhuma delas tem data prometida, então pese-as como estão.
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Todo pedido é marcado como salão
Um pedido não precisa de mesa, então um balcão nunca precisa inventar um mapa de salão. Mas retirada ainda não é um tipo de pedido que o Platevio cria, então o quadro escreve salão em todos eles. Isso não te custa nada na operação e vai parecer errado para você todo dia até consertarmos.
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Totem, pedido online e aplicativos de entrega
Todo pedido é lançado pela sua equipe, nos seus aparelhos. Não há totem de autoatendimento, não há página de pedido para o cliente, e não há ligação com os marketplaces de entrega — então nada chega ao quadro sem alguém do seu balcão ter colocado.
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Nada que a fila enxergue
O número e o status ao vivo são para a sua equipe. Não há painel de retirada virado para o cliente, não há mensagem avisando que o pedido saiu, e não há tela no balcão mostrando ao cliente o que foi lançado.
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Drive-thru
Sem pista, sem integração com fone, sem cronômetro, sem relatório de tempo de atendimento. Uma operação de drive-thru não é isto aqui.
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Estoque e chave de esgotado
O Platevio não conta nada. Quando o prato do dia acaba, você remove ou renomeia no cardápio, o que não mexe no preço já capturado nos pedidos que compraram — mas não há nada que apague o item sozinho.
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Comanda e cupom impressos, e serviço offline
A impressão térmica está sendo construída e ainda não dá para usar, então o pedido vive nas telas. E o Platevio precisa de conexão funcionando para o serviço inteiro: não há fila de pedidos que sincroniza quando o wi-fi volta.
Como escolher um sistema para lanchonete
Faça a demonstração do pico, não do painel. Lance os seus cinco pedidos mais comuns um atrás do outro, depois um bem alterado, depois marque um item como pronto cedo demais e corrija. Cronometre com quem realmente trabalha no caixa. O melhor PDV para lanchonete é o que sobrevive aos seus piores vinte minutos, e não o que tem a lista de recursos mais longa. Depois disso, faça as perguntas que decidem quanto ele te custa no segundo ano.
- Quantos toques leva o pedido que você mais vende, da tela vazia até enviado?
- A cozinha vê o pedido antes de o pagamento dar certo, ou depois?
- A alteração chega ao item certo na estação certa, ou só à comanda?
- Dá para corrigir um status errado sem cancelar o pedido?
- Totem, tela de cozinha, pedido online e integração com entrega estão incluídos, ou são mensais?
- O que acontece com o balcão quando a conexão cai?
- O software está preso ao equipamento deles ou ao recebimento deles?
Perguntas sobre sistema para lanchonete
- O que é um sistema para lanchonete?
- Um sistema para lanchonete, ou PDV para lanchonete, é o software em que uma lanchonete anota pedidos, mais o aparelho em que ele roda. O que o separa de um sistema de serviço completo é o formato da transação: lançada rápido, alterada no caixa, paga de uma vez, e entregue contra um número em vez de uma mesa. Os maiores acrescentam totem, drive-thru, integração com canal de entrega, escala e estoque em cima desse ciclo.
- Qual a diferença entre um PDV de lanchonete e um de serviço completo?
- Um sistema de serviço completo é organizado em torno de uma conta que fica aberta: mesas, lugares, etapas, e uma divisão no fim. Um sistema de lanchonete é organizado em torno de vazão: o menor número de toques para um pedido comum, um número que o balcão chama, e uma fila de cozinha dizendo o que ainda está sendo feito. O Platevio faz os dois — roda um mapa de salão para os salões que têm um — mas isso se ajusta pelo jeito como você usa, e não por um modo que você escolhe.
- Sistema para hamburgueria é a mesma coisa que sistema para lanchonete?
- A mesma categoria com dois nomes. Hamburgueria, lanchonete, fast food e fast casual descrevem um formato só de transação: lançada rápido, alterada no caixa, paga de uma vez, entregue contra um número em vez de uma mesa. Onde as palavras se separam é na escala, e não no software — um sistema para fast food costuma ser vendido com pista de drive-thru, totem de autoatendimento e um cardápio empurrado para duzentas lojas, e o Platevio não tem nenhum dos três. Uma lanchonete ou hamburgueria de um caixa e uma passagem é exatamente para quem esta página é escrita.
- O Platevio manda pedidos para uma tela de cozinha?
- Os pedidos ficam visíveis em qualquer aparelho em que você entrar, então uma tela na passagem mostra os mesmos pedidos ao vivo que o caixa enviou, com o status de cada unidade andando conforme o trabalho acontece. É a mesma visão, e não um produto à parte, e ela não é roteada — os itens não são separados por estação em telas diferentes, então o balcão e a fritadeira leem um quadro só.
- O Platevio dá conta de pedido de balcão e de retirada?
- Dá, no sentido que importa: um pedido não precisa de mesa, então um balcão vende sem montar um mapa de salão, e os adicionais e a observação continuam grudados em cada unidade. Uma ressalva honesta — retirada ainda não é um tipo próprio de pedido, então o quadro continua marcando todos eles como salão.
- O Platevio inclui totem de autoatendimento ou pedido online?
- Não. Os pedidos são lançados pela sua equipe nos seus aparelhos. Não há totem para o cliente, não há página de pedido na web e não há ligação com marketplace de entrega, então todo pedido no quadro foi colocado ali por alguém que trabalha para você.
- O cliente pode pagar antes de a cozinha começar o pedido?
- Não como etapa obrigatória. O Platevio registra a quitação em vez de processar o cartão, e a marca de pagamento vem depois de o pedido ser enviado. Claro que o cliente pode pagar no caixa enquanto a comida é feita, mas não há trava segurando o pedido até um cartão cair.
- O PDV de lanchonete funciona offline?
- Não. O Platevio precisa de conexão funcionando para enviar um pedido e para atualizá-lo, e não há fila local que se acerta depois. Se a sua loja cai no meio do serviço, pese isso antes de trocar.
- Quanto custa um sistema para lanchonete?
- Conte a conta inteira: software por caixa, equipamento de balcão, tela de cozinha, totem, taxa de cartão, tarifa de pedido online e o que for cobrado por loja extra. O Platevio é gratuito, roda em aparelhos que você já tem e não tira percentual das suas vendas — e o seu meio de recebimento continua sendo uma conta separada, com um fluxo próprio.
Abra hoje à noite
Leva um minuto: o seu restaurante, o seu primeiro cardápio — e você já está anotando pedidos.